A acessibilidade em condomínios é um assunto que deve ser discutido e, principalmente, implantado não só para respeitar e cumprir as legislações vigentes, mas também para oferecer mais bem estar e conforto a portadores de necessidades especiais.

O fato de condomínios não serem acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida limita os visitantes ao prédio e restringe o número de locatários.

Imagine a seguinte situação: um morador sofre um acidente e passa a usar muletas ou cadeira de rodas. O seu condomínio estaria preparado para recebê-lo? Ou ele seria obrigado a procurar outro lugar para morar? Existem legislações obrigatórias que devem ser implementadas para atender a esse tipo de necessidade. 

Leia também sobre elevador para pessoas com mobilidade reduzida ou elevador comum? Qual o mais adequado para sua necessidade?

Acessibilidade e Legislação Vigente

De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 45 milhões de Pessoas com Deficiência (PCDs).

A Lei de Acessibilidade é bem clara e específica na orientação de adequação dos condomínios e prédios antigos para que consigam atender a todos. Quando falamos em acessibilidade em condomínios, precisamos lembrar que é importante não só se preocupar com questões legais e fazer as mudanças por obrigação, mas sinceramente procurar oferecer mais conforto e qualidade de vida a essas pessoas.

A Lei de Acessibilidade entrou em vigor em 2004 e estimula a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

No decreto N° 5.296 você pode conferir:

  • Capítulo I – Disposições Preliminares
  • Capítulo II – Atendimento Prioritário 
  • Capítulo III – Das Condições Gerais da Acessibilidade
  • Capítulo IV – Da Implementação da Acessibilidade Arquitetônica e Urbanística
  • Seção I – Das Condições Gerais
  • Seção II – Das Condições Específicas
  • Seção III – Da Acessibilidade na Habitação de Interesse Social

Lá também estão disponíveis para consulta os outros capítulos e seções que informam sobre as disposições da acessibilidade em outros locais como transporte coletivo e construções públicas ou privadas. 

Além da lei federal, a ABNT também trata da necessidade da implementação de acessibilidade em construções novas e adaptação de empreendimentos mais antigos. Essa lei contempla pessoas com deficiência, gestantes, idosos e também obesos. 

Leis municipais e estaduais

Além da lei federal e ABNT, existem também as leis regionais de municípios e estados que orientam a questão da acessibilidade em condomínios.

Em São Paulo, por exemplo, temos a lei N° 12.907 sancionada em 2008 que consolida toda a legislação referente à pessoa com deficiência em todo o estado. Algumas cidades como Rio de Janeiro e Porto Alegre também possuem leis que complementam e suportam a legislação federal. 

Mais conforto e bem estar aos condôminos

Ao falar em acessibilidade em condomínios as pessoas geralmente pensam em cadeirantes, mas se esquecem dos deficientes visuais ou pessoas com mobilidade reduzida como idosos ou pessoas com doenças que limitam a mobilidade, como artrite reumatoide, obesidade e outras condições de saúde. Mulheres gestantes com gravidez de risco ou outras condições também possuem restrições de locomoção, uma vez que não podem fazer muito esforço físico.

Envolver e pensar em todas essas pessoas faz parte de uma atitude mais cidadã. Por isso que, não só a portaria deve ser adaptada e adequada para acesso dessas pessoas, mas também os estacionamentos, elevadores, salão de festas, playground e outras áreas comuns do prédio. Todos devem ter o direito de ir e vir e a estrutura física do seu condomínio não pode dificultar esse deslocamento ou oferecer qualquer tipo de empecilho. 

Como fazer isso na prática?

Muitas pessoas acreditam que tornar um local acessível é colocar rampas de acesso, mas a obrigatoriedade vai muito além disso. Conhecer a fundo a legislação ou contratar um profissional com conhecimento na área fará toda a diferença para que seu condomínio esteja mais apto e acessível.  

Na hora de construir um empreendimento do zero, essas obrigações já são seguidas à risca, mas em prédios antigos essas adaptações, muitas vezes, são limitadas ou impossíveis por questões de estrutura, como é o caso do alargamento dos corredores. 

Entretanto, é necessário realizar o máximo de ajustes que for possível mesmo em prédios antigos. A implantação de elevadores para pessoas com mobilidade reduzida pode fazer parte dessa transformação.

Locais para adaptar

Os locais mais comuns que costumam precisar de adaptabilidade são os pisos, rampas e escadas, portas de acesso, calçadas, interfones, escadas, banheiros, estacionamento e elevadores.

O piso precisa ser regular, firme e anti-derrapante para oferecer mais segurança. A rampa e escadas devem estar sempre sinalizadas, ter corrimão e piso tátil adequado. As portas de acesso devem facilitar o acesso de pessoas com cadeira de rodas, andadores e carrinhos de bebê e ter largura mínima de 80 cm.

Os interfones do condomínio devem ter marcação em braille, corrimão nas escadas, banheiros sociais adaptados, estacionamento com reservas próximo às entradas e elevadores mais espaçosos, com sinalizadores luminosos ou alto-falantes que indicam os andares, botões em braille, sensor e outras otimizações que trazem mais comodidade. 

Qual a responsabilidade do síndico nessa questão?

O síndico tem a responsabilidade de investir em adaptações necessárias no condomínio para promover mais acessibilidade para pessoas com algum tipo de deficiência. 

Essa responsabilidade está atribuída ao síndico, conforme Código Civil. Ele deve convocar uma assembleia anual para aprovação do orçamento das despesas, inclusive essas ligadas à acessibilidade.

Um morador que necessite falar alguma questão relacionada a isso pode marcar uma assembleia também para levantar o debate, explicitar necessidades legais e discutir orçamento de projetos nesse sentido. 

Veja outras atribuições do síndico de condomínio!

Benefícios da acessibilidade

A acessibilidade beneficia a todos, especialmente às pessoas com deficiência, ou seja, melhorar a acessibilidade traz mais qualidade de vida; cria mais independência e melhora a integração social. 

De fato, a acessibilidade oferece às pessoas com deficiência a oportunidade de viver de forma independente na comunidade, levando a menores demandas por serviços especiais, trazendo benefícios econômicos a todos os membros da sociedade.

Ambientes acessíveis permitem que as pessoas com deficiência se movimentem de forma independente e acessem os serviços do dia a dia. 

A incapacidade de locomoção, permanente ou temporária, das pessoas pode surgir após um acidente de carro. Um morador pode ter tido um ataque cardíaco, derrame ou outro problema de saúde que limite ou impossibilite sua locomoção. 

Qualquer que seja o caso, as pessoas têm o direito de se locomover com total facilidade nas áreas comuns do condomínio e outros locais públicos com grande circulação de pessoas.

Trazer mais acessibilidade para o seu condomínio também pode elevar o valor do seu empreendimento. Você sabia?

Conclusão

Na maioria das vezes, os edifícios do condomínio devem cumprir os requisitos de acessibilidade sempre que uma parte do edifício for reformada. A adoção de uma abordagem proativa e a compreensão das preocupações de acessibilidade devem fazer parte de qualquer projeto de reforma ou atualização do condomínio.

Ao considerar realizar reformas em edifícios, deve-se adotar um comportamento inclusivo que considere as legislações vigentes de acessibilidade e tenha um design facilitado.

Um conselho de condomínio e uma equipe de administração bem preparadas podem fazer a diferença. Evite o recebimento de avisos de não conformidade por escrito ou reclamações e processos sobre direitos humanos. Seja inovador ao gerenciar reformas no seu condomínio, considerando as necessidades de todos os condôminos.

O seu condomínio já está em dia com a legislação de acessibilidade? Deixe um comentário!

Fontes: https://tocondonews.com/archives/accessibility-requirements-condo-buildings/ https://kiper.com.br/blog/acessibilidade-em-condominios/

Com o mercado imobiliário tão competitivo, pensar na valorização do imóvel pode ser um grande diferencial em empreendimentos. Os investidores imobiliários estão sempre dispostos a comprar um imóvel quando sabem que ele será valorizado, mas não são apenas os investidores imobiliários que são atraídos por isso. 

Também há um interesse maior dos usuários finais pela compra – ao invés do aluguel – de empreendimentos, uma vez que a valorização imobiliária significa que seus ativos se tornam uma fonte maior de segurança financeira no futuro. 

Mas, você sabe quais os pontos que influenciam na valorização de um imóvel? São vários os fatores que influenciam no valor um imóvel e podem ser externos como o próprio mercado imobiliário, taxas e impostos, quanto outros fatores internos como localização do imóvel e características físicas do mesmo. 

Alguns desses pontos podem ser controlados por você, já outros dependem do mercado, mas o que tiver ao seu alcance você pode procurar implementar em uma construção ou reforma para que seu imóvel valorize ainda mais e você tenha mais retorno sobre o seu investimento. 

Localização

Para muitos, a localização é um fator de peso importante para  determinar a valorização do imóvel. Muitas estruturas podem ter um acabamento e metragem com características parecidas, mas terão preços completamente variados, se forem situados em bairros e ruas diferentes. 

Regiões consideradas mais nobres, de alto padrão na cidade costumam ter valores mais altos do que outros empreendimentos em outras áreas marginalizadas, mesmo que sejam semelhantes em estrutura. 

É muito comum inclusive encontrar apartamentos menores e em uma excelente região por um preço muito mais elevado do que um apartamento maior em uma região considerada desvalorizada.

A questão da localização também leva em conta o potencial de crescimento da área, ou seja, se no futuro a região tem potencial de crescimento e começar a ser mais procurada. 

São consideradas “valorizadas” também as regiões que possuem outras residências e prédios de mesmo padrão, que tenha baixo índice de violência, proximidade com comércios e bela vista. 

Comércio e facilidades

As regiões mais procuradas para viver são aquelas que oferecem boa oferta de produtos e serviços, ou seja, mais facilidade para os moradores. Isso quer dizer que regiões mais centrais são mais valorizadas do que as afastadas, que não dispõem de comércio nas proximidades. 

A presença de padarias, supermercados, farmácias, feiras, hortifruttis, bares, restaurantes, escolas, academias e até mesmo parques e praças onde o imóvel estiver situado contribuem para a valorização do imóvel.  

Acessibilidade

Nos grandes centros urbanos a acessibilidade é um ponto importante para escolha de uma residência ou apartamento. Condomínios com boa acessibilidade para as avenidas principais interferem bastante na valorização de imóveis. 

Isso significa facilidade para se chegar aos lugares principais seja de carro ou através de transporte público. Por isso que, ter um imóvel próximo a pontos de ônibus ou metrôs em que passam diversas linhas também traz certa valorização.

Segurança

Um dos principais problemas e preocupações do brasileiro é com a segurança pública. Por isso que, cada vez mais as pessoas procuram por formas de se sentirem seguras em suas casas, principalmente famílias com filhos pequenos. 

Ter um imóvel em uma região com baixo índice de furtos, assaltos, sequestros e demais crimes contribuem muito para aumentar o valor de um imóvel. 

Ter câmeras de segurança, portaria 24 horas e cercas elétricas também faz total diferença no preço de um imóvel, pois traz uma garantia a mais de segurança.

Condições do imóvel

As características externas influenciam muito na valorização do imóvel, mas as características internas também são importantes. Um imóvel mais novo terá um preço mais alto do que um antigo, um imóvel maior também – por regra – terá um valor mais alto do que um menor se estiver nas mesmas condições.

Qualidade dos materiais utilizados na construção e acabamento também são valorizados, pois isso indica mais durabilidade do empreendimento e menos necessidade de reformas, manutenção ou gastos. Materiais nobres como mármore, cerâmica, porcelana e madeiras nobres são muito procurados, assim como casas com conceito sustentável

O fato de ter garagem disponível e mais oferta de área lazer ao redor também aumentam o valor. No caso de condomínios com piscina, academia, terraço gourmet e outras áreas de lazer também contribuem para subir o valor do imóvel. 

Vizinhança

Não só a localização é importante, mas o tipo de vizinhança que reside no local também conta muito. Isso significa analisar o comportamento dos vizinhos e o tipo de construção das residências do entorno. Quanto mais casas ou prédios de alto padrão em volta, maior será o valor do imóvel. Se os estabelecimentos comerciais no entorno também forem estruturados com o mesmo padrão isso eleva bastante o nível da região e, consequentemente, do imóvel.

Tecnologia

Oferecer tecnologia no imóvel também é um diferencial que valoriza. Prédios com elevadores modernos e funcionais agregam mais valor ao seu empreendimento, assim como portão eletrônico e outras automatizações que trazem mais facilidade no dia a dia. 

Pensar na questão da acessibilidade seja em prédio ou residência também aumenta consideravelmente a valorização do imóvel e abre o leque de pessoas com necessidades que procuram por esse tipo de adaptabilidade. 

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As atribuições do síndico de condomínio são importantes para manter a ordem no prédio. Mais do que estar sempre disponível para solucionar conflitos e organizar reuniões, um bom síndico de condomínio precisa garantir o bem estar de todos os condôminos. 

As atividades mais comuns e já conhecidas são aquelas relacionadas ao administrativo, mas todo síndico deve ter também um bom conhecimento do código civil, das leis trabalhistas, além de ter experiência nas áreas contábil, administrativa e do direito.

A responsabilidade de um síndico é alta, pois qualquer problema no condomínio fica sob sua inteira responsabilidade. Para ter uma boa gestão é indispensável transparência, honestidade, eficiência, organização e agilidade, para que todas as questões sejam resolvidas em tempo hábil, com bom senso e por ordem de urgência. 

Responsabilidade do síndico

As funções e os deveres do síndico estão estabelecidos no Código Civil. Elas são amplas e mesmo nos condomínios que contam com os serviços de empresas administradoras o síndico é responsável por qualquer função administrativa. 

Qualquer falha em procedimentos, como cálculo equivocado de contribuições trabalhistas dos funcionários que traga prejuízos ou outros problemas, pode resultar em processos judiciais.

Dentro da lei, existem outras obrigações usuais de qualquer síndico como preservar a fachada do condomínio e evitar que o condômino faça uso privado do espaço.

O síndico deve estar atento também a situação de trabalho dos funcionários contratados por empresas terceirizadas, pois se houver irregularidade, ele pode responder também por ação trabalhista como corresponsável e ter de pagar indenizações aos reclamantes. 

Ações que podem levar a processos cíveis ou criminais:

  • Crimes contra a honra como calúnia, difamação, injúria
  • Prejuízos aos condôminos ou a terceiros
  • Negligenciar a cobrança dos condôminos inadimplentes
  • Apropriação indébita de fundos do condomínio
  • Apropriação indébita de verbas previdenciárias dos funcionários
  • Exposição de condôminos inadimplentes
  • Realizar obras sem autorização previamente aprovada por assembleia
  • Acidentes com funcionários em horário de trabalho
  • Negligência na manutenção do condomínio 
  • Omissão de informações cruciais

Principais atribuições do síndico de condomínio 

Muitas são as atribuições do síndico de condomínio. Abaixo você encontra algumas delas que são indispensáveis a qualquer síndico, mas alguns deles podem ter um escopo maior de atividades dependendo dos requisitos do cargo ou das exigências do condomínio. 

Convocar assembleias 

O síndico é responsável por convocar assembleias de modo a manter uma comunicação linear  e uma relação saudável entre todas as partes.

Para realizar uma assembleia, o síndico deve preparar uma ata com todos os tópicos de assuntos a serem discutidos por ordem de urgência.

Uma lista de presença também é importante, além de enviar uma cópia dos assuntos abordados na reunião para todos os participantes. 

Em caso de votação sobre algum ponto, o síndico deve coordenar a votação e fazer com que todos os envolvidos tenham voz ativa e sejam ouvidos de forma justa. 

Elaborar orçamentos 

Em caso do síndico ter de coordenar obras e reformas, é preciso elaborar orçamentos e verificar o melhor custo x benefício para o condomínio. 

Aspectos técnicos de investimento devem ser analisados. Deve ser feito um planejamento de gastos para que se tenha um retorno desse investimento a médio prazo. 

Ter um profissional que saiba orçar com qualidade faz toda a diferença na gestão de um condomínio.

Prestar contas 

Uma das atribuições do síndico de condomínio é prestar contas de tudo que for feito e das atividades exercidas. É recomendado enviar mensalmente o balancete a todos os condôminos com o registro de todas as melhorias, reformas ou demais valores que foram investidos. Agir com total transparência é uma das responsabilidades do síndico. 

Cumprir o regimento interno

Todo condomínio possui um regimento interno que precisa ser respeitado. A obrigação do síndico é fazer valer esse regimento interno, cumprindo todas as normas e promovendo a boa convivência entre os moradores.

Em caso de moradores ou funcionários do condomínio que desrespeitem as normas internas, deverão receber advertências, aviso e até multas quando necessário. 

Se o próprio síndico estiver desrespeitando as normas, os condôminos têm o direito de solicitar seu afastamento ou desistência do cargo à administradora e uma nova votação deve eleger um novo síndico. 

Conservar o condomínio 

O síndico deve conhecer bem todas as áreas e espaços comuns do condomínio, com o objetivo de mantê-lo conservado. É essencial que ele seja observador para perceber quaisquer modificações no prédio.

Ele deve estar atento a quaisquer problemas de fiação, lajes, sistema de água e outros que possam interferir na boa vivência, conforto e, principalmente, segurança dos moradores. Também deve manter os elevadores em perfeito estado, com a assistência técnica em dia. 

Ao observar essas questões, ele deve selecionar e contratar prestadores de serviços de confiança para realizar as devidas manutenções. 

Essa atribuição é de extrema responsabilidade, pois em caso de problemas ou acidente decorrente de falta de manutenção, o síndico pode responder inclusive judicialmente e deverá arcar com os prejuízos.

Leia também o que o síndico precisa saber sobre manutenção de elevadores.

Realizar cobranças 

Outra atribuição fundamental que já faz parte do dia a dia de qualquer síndico é realizar as devidas cobranças das contribuições.

Existem taxas de condomínio que devem ser pagas por todos os moradores até a data de vencimento e, em caso de atraso, ele deverá realizar a cobrança para manter as taxas de inadimplência sob controle.

É preciso ter tato e empatia para realizar a função de cobrança, o ideal é se comunicar de modo pessoal direto com o morador inadimplente, procurando entender sua situação e procurar uma solução ajustada.

Evite ao máximo expor essa informação em quadros nas áreas comuns ou divulgar para porteiros e outros funcionários, uma vez que pode constranger e ofender os moradores e levar a processos judiciais por danos morais. 

Manter a ordem 

Um bom síndico precisa ter uma liderança natural e saber lidar com imprevistos, uma vez que muitos problemas de convivência podem acontecer vez ou outra.

É comum moradores discutirem por conta de barulho fora de hora, estacionar na vaga errada e outros problemas diários de convivência.

Ele deve atuar como um excelente mediador e tentar reestabelecer a harmonia, tomando as medidas cabíveis para punir os responsáveis por descumprir normas quando necessário.

Deve saber lidar com conflitos de menor complexidade através do diálogo e da resolução de mal entendidos. 

Realizar o seguro

Outra das atribuições do síndico de condomínio é garantir o seguro da edificação. É de sua inteira responsabilidade qualquer irregularidade ou inadequação do seguro contratado.

Deve-se contratar um seguro de uma empresa profissional que cubra todos os possíveis acidentes e imprevistos que podem vir a ocorrer, como roubos ou vendavais.

Obter um seguro de responsabilidade civil do condomínio, síndico, portões e veículos também é indispensável. A lei estipula que a renovação do seguro nos prédios seja anual. 

Respeitar a todos

Apesar dessa atribuição não estar prevista nos requisitos do cargo e nem na lei, fica intrínseco que o síndico deve ter total respeito por todos os moradores, respeitando cada condômino de forma igual.

Levar qualquer angústia, desconforto, humilhação, desrespeito a qualquer pessoa dentro do condomínio pode levar a sérios problemas judiciais decorrentes de processos.

As regras devem valer para todos e a cordialidade e educação deve ser sempre seu princípio. 

Administrar um condomínio não é fácil, pois é preciso lidar com pessoas diferentes, com opiniões diversas, além de estar atento e resolver questões técnicas e financeiras. 

Por isso que o síndico deve ter muito foco e discernimento para realizar uma gestão eficaz, financeiramente equilibrada e harmônica. 

Qual qualidade você acha indispensável em um síndico para uma gestão eficiente do condomínio? Conte nos comentários! 

O gerente predial Moisés Constantino de Souza Santos costuma usar uma metáfora muito clara quando o assunto é modernização dos elevadores: “Fazer a reforma num prédio e não trocar a cabina é como fazer a reforma de sua casa e deixar móveis e eletrodomésticos antigos”. É desta forma que o então zelador do Edifício Presidente, empreendimento de uma torre e onze andares localizado no bairro do Jabaquara, zona Sul de São Paulo, lembra-se da época em que a administração local optou pela modernização da cabina do único equipamento do prédio. O revestimento de fórmica saiu e deu lugar ao aço inox e espelho, as antigas botoeiras foram trocadas, assim como o teto e a iluminação, entre outros. Santos, que após realizar vários cursos na área de condomínios assumiu, desde 2008, a função de gerente predial, afirma que a satisfação dos moradores foi nítida.

Na verdade, a modernização dos componentes dos elevadores, como a casa de máquinas, pode até excluir a da cabina, porém, se isso ocorrer, haverá um descompasso, alerta o diretor do Seciesp (Sindicato das Empresas de Elevadores do Estado de São Paulo), Rogério Meneguello. “É como pegar um carro velho com lataria nada boa e apenas trocar o motor por outro novinho. Por fora continuará ruim. Mas fazendo a funilaria, ficará aquele ar de que foi feito realmente algo de bom”, explica.

Modernização da cabina do elevador – algumas dicas

Na maior parte das vezes, a modernização ocorre por uma questão estética, motivada seja pelo desgaste natural, por acidentes (como descuidos em uma mudança) ou mesmo vandalismo (quando alguém usa um metal pontiagudo ou canetas para riscar as paredes). Porém, há casos em que também a modernização técnica da cabina torna-se necessária, desde que acompanhada de alguns cuidados. São eles:

1. O primeiro diz respeito ao uso de materiais mais pesados do que o original, o que exigirá ajustes.

“Cada elevador tem um contrapeso calibrado para o peso da cabina. E quando ocorre a reforma estética, é possível acrescentar mais peso nela do que originalmente havia”, afirma o diretor do Seciesp. Um exemplo é quando as folhas de fórmica dão lugar ao aço inox. “Este pesa mais, daí a necessidade de um novo calibramento, fazendo o balanceamento, que nada mais é do que acrescentar mais peso no contrapeso para haver equilíbrio com a cabina”, explica Meneguello. A falta de ajustes poderá provocar desnivelamento e desgastes de materiais externos, entre eles, do cabo de comando de tração, destaca o diretor.

2. O segundo cuidado refere-se a situações de troca da estrutura da cabina.

Basicamente, a cabina de um elevador é formada pela porta, subteto, rodapé e piso. Existem outros acessórios para melhorar as condições de uso, tais como corrimão (acessibilidade) e espelho. A modernização estética permite trocar qualquer um desses itens sem alterar a estrutura básica da cabina. No entanto, há casos em que a troca da estrutura, seja ela a caixa ou as portas, se fazem necessárias. Em geral isso acontece mais com equipamentos antigos, de madeira, infestadas por cupim. Nesta situação, é preciso trocar o madeiramento por chapas de aço carbono revestida em inox, orienta Meneguello.

3. Também acontece de as portas das cabinas terem que ser substituídas.

Há casos em que o condomínio decide trocar a abertura manual (com braço mecânico) pelo recolhimento lateral, automático, mais seguro e funcional. Se isso ocorrer, são necessários ajustes mecânicos e elétricos, tais como a troca do contato elétrico de fechamento da porta. Essa mudança acarretará outras, inclusive da localização da botoeira dentro da cabina. Será preciso ainda equipar o elevador com sensores de proteção infravermelhos, que irão interromper a abertura ou o fechamento assim que qualquer pessoa entrar ou sair da cabina.

Nos casos mais modernos, as botoeiras dão lugar a painéis eletrônicos digitais dotados de comando de voz que indicam em qual andar o usuário está. “Para mim é o que chama mais a atenção quando se fala em modernizar uma cabina”, afirma o gerente predial Moisés Constantino. Existem ainda situações em que a botoeira – ou o painel eletrônico digital – é retirada de dentro da cabina e instalada no hall. Tal sistema é dotado de um distribuidor de chamadas inteligente, que irá avaliar o tráfego dos elevadores e indicar ao usuário a máquina que está mais próxima do destino.

4. Finalmente, um último bloco de intervenções envolve a troca do revestimento do elevador.

Na maior parte das cabinas antigas, o piso é de madeira coberta por material sintético e as superfícies laterais recebem tratamento em fórmica. Respectivamente, os materiais mais empregados para substituí-los são o granito e o aço inoxidável. Existem variantes para o piso, tais como as pedras de mármore, bem como os de revestimento, entre eles o espelho bisotado.

Mas, além desses materiais já tradicionais, outros estão ganhando espaço no revestimento da cabina, como a plotagem que simula o aço inox. O material é semelhante ao que se utiliza em veículos e será aplicado nos elevadores do Mirante do Vale, edifício mais alto do Brasil, localizado no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo. Com 50 andares distribuídos em 170 metros de altura, o arranha-céu tem 12 elevadores, que passam por um processo de modernização.

De acordo com o seu síndico e advogado Márcio Barros, as intervenções iniciadas há 13 anos já resultaram na troca total de quatro elevadores, que receberam estrutura de aço inox, contrapiso em madeira e granito. Mais recentemente, em 2011, teve início uma nova etapa, nos outros oito elevadores, que consiste em trocar o operador da porta, portas das cabinas e portas dos pavimentos.

Fonte: Revista Direcional Condomínios

Todos os síndicos, empresários e proprietários de imóveis, ao decidirem instalar elevadores para garantir mais acessibilidade no prédio, se deparam com um desafio: escolher o equipamento ideal para atender os usuários. Afinal, qual é o ideal, o elevador para pessoas com mobilidade reduzida ou o elevador comum?

Se você tem essa dúvida, veja neste artigo pontos importantes a considerar para tomar a decisão.

O que você precisa saber sobre o elevador para pessoas com mobilidade reduzida

O elevador para pessoas com mobilidade reduzida, é mais específico, podendo ser também uma plataforma elevatória.

A plataforma transporta pessoas com eficiência e segurança entre os andares de um prédio, porém, é limitado a um percurso de 4 metros, suporta 250kg e possui velocidade de 6 metros/ minutos. A grande vantagem do equipamento em relação ao elevador comum é a facilidade de instalação, sendo que o ideal é que tanto o elevador residencial tradicional quanto a plataforma sejam incluídos já no projeto da casa.

Vale lembrar que o projeto de um elevador para pessoas com mobilidade reduzida visa atender esse público. Ou seja, caso seu objetivo seja promover a acessibilidade de pessoas com dificuldade de locomoção, uma plataforma elevatória ou elevador para cadeira de rodas é o mais adequado para atingir tal objetivo, com eficiência e economia.

O que você precisa saber sobre o elevador comum

Um elevador predial comum, ou mesmo um elevador residencial tradicional, por outro lado, podem facilitar a locomoção de todas as pessoas; porém, não são desenvolvidos para atender exclusivamente aquelas com mobilidade reduzida. Isso significa que a máquina pode ser utilizada para transportar todas as pessoas que passam pelo prédio ou residência.

A velocidade do elevador é de até 21 metros/min. Além disso, o projeto do equipamento pode ser personalizado para atender a necessidade da empresa ou residência em questão de capacidade.

Seja qual for o equipamento para a construção, elevador para pessoas com mobilidade reduzida ou elevador comum, uma coisa é certa: é fundamental contar com especialistas para desenvolver o projeto do equipamento com segurança e eficiência.

Precisa de ajuda para encontrar seu elevador? Fale com a Espel!

A instalação de um elevador monta-carga facilita a locomoção de objetos em diversos estabelecimentos comerciais. Dentre eles, hotéis, padarias e confeitarias, que precisam transportar diversos tipos de produtos, com agilidade para atender os clientes.

Mas o que é preciso levar em conta ao estudar o custo desse equipamento? Veja a seguir!

Qualidade da empresa que fabrica o elevador monta-carga

O projeto do elevador monta-carga precisa ser de alta qualidade para que o funcionamento do produto atenda às expectativas do comércio, em questão de segurança e funcionalidade. Para isso, é preciso que o fabricante de elevadores execute seu trabalho com excelência. E isso, de certa forma, impacta no custo dos elevadores, bem como a personalização dos itens às necessidades mais específicas de cada negócio – em número de paradas, capacidade e dimensões.

Para avaliar a qualidade da empresa de elevadores é importante considerar, por exemplo, sua experiência técnica no mercado e a opinião de outros clientes sobre seus produtos.

Suporte e serviços de manutenção para o elevador monta-carga

A elaboração de um excelente projeto de elevador monta-carga é apenas o primeiro passo para garantir mais eficiência e produtividade em meio a equipe do hotel, padaria ou qualquer outro estabelecimento onde o equipamento se faça necessário. Isso porque a assistência técnica especializada de qualidade também é primordial para que a máquina seja utilizada com tranquilidade pelos funcionários.

Afinal, o elevador monta-carga deve passar por manutenção preventiva sempre que necessário, de acordo com recomendações do fabricante, para apresentar sempre seu melhor desempenho no transporte dos objetos. Em caso de solicitação da manutenção corretiva, é preciso contar com uma empresa de elevadores confiável, disponível 24h, para que o transtorno por conta da parada do equipamento seja o menor possível para o estabelecimento comercial.

Outro ponto importante a levar em consideração é com relação às peças com as quais a empresa de elevador trabalha, que devem ser certificadas para assegurar o bom funcionamento do produto.

Se você já está pensando em fazer a cotação de um elevador monta-carga para sua empresa, é hora de avaliar a qualidade de todos esses itens. Na Espel você encontra o que precisa para um projeto de elevador de excelência, aliado ao serviço especializado que necessita, de forma preventiva e corretiva. Fale conosco, solicite seu orçamento!

Com o aumento da expectativa de vida, o número de idosos cresce de forma acelerada no Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 28 milhões de pessoas têm mais de 60 anos no país – o que representa 13% da população. Nesse cenário, o elevador para pessoas com mobilidade reduzida torna-se um item cada vez mais indispensável para a qualidade de vida das pessoas.

Veja a seguir as principais características do equipamento.

1. Plataformas elevatórias que permitem a mobilidade com praticidade

A plataforma elevatória é um exemplo de equipamento que permite o trânsito fácil e rápido entre os andares. Ela se destina a qualquer pessoa com mobilidade reduzida. Apresenta como vantagem a facilidade de instalação, seja em pontos residenciais ou comerciais.

Para permitir a locomoção de maneira prática, a plataforma percorre alturas de até 4 metros, em uma velocidade de 6 metros/minuto.

2. Elevador para pessoas com mobilidade reduzida: traz comodidade até mesmo em casa

O elevador residencial é um equipamento que visa trazer mais facilidade para quem precisa transitar entre dois ou mais andares de uma casa, incluindo o público com idade mais avançada.

Para contar com um elevador residencial – que pode ser utilizado por todos os moradores do imóvel – basta incluí-lo no projeto da construção. Vale lembrar que, ao instalar o equipamento, que transporta até 3 pessoas por viagem, além da facilidade e eficiência na locomoção, ganha-se em valorização do imóvel. Com isso, o produto torna-se um investimento, mesmo que no caso o empreendimento seja para locação ou venda.

3. Projeto do equipamento é personalizado e mais acessível do que se imagina

Por fim, um elevador para pessoas com mobilidade reduzida é projetado de forma personalizada para atender as necessidades de cada ambiente onde é instalado, seja em uma residência ou em um prédio comercial. No entanto, o equipamento é mais acessível do que se imagina.

É preciso, no entanto, ter cuidado ao escolher a empresa responsável por sua instalação e manutenção. Afinal, tanto o produto quanto os serviços relacionados a ele devem ter alta qualidade para garantir a segurança e o conforto das pessoas que utilizarão o elevador.

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Elevadores de carga facilitam o dia a dia em indústrias de todos os segmentos, transportando grandes volumes com praticidade e eficiência. Porém, para que exerçam com perfeição o papel para o qual foram projetados, é preciso que passem por averiguações constantes. Mas você sabe por que a manutenção em elevadores de carga é realmente necessária? Descubra no post de hoje.

Prevenção contra acidentes e falhas no elevador

Um dos principais problemas que a falta de manutenção pode causar no elevador é a falha no sistema. Isso significa que o equipamento pode deixar de transportar cargas com eficiência e segurança, suas portas podem começar a travar, os botões podem deixar de funcionar, etc.

Melhoria do desempenho do elevador

A manutenção de elevadores também traz o melhor desempenho para o equipamento. O serviço engloba cuidados que vão da limpeza à ajustes e inspeções mais detalhadas, o que permite que o elevador de carga seja rápido e eficiente todos os dias.

Consequentemente, a empresa ganha em níveis de produtividade, eficiência e economia, resultantes da movimentação de carga feita de forma correta.

Onde realizar a manutenção em elevadores de carga

Com a manutenção dos elevadores em dia, as falhas são evitadas e o equipamento funciona em seu melhor potencial. Afinal, a manutenção preventiva verifica mensalmente a máquina, identificando previamente algo que pode vir a se tornar o problema antes que ele, de fato, ocorra. Importante também periodicamente uma verificação completa, a fim de checar o estado das peças, a sinalização e demais itens do equipamento.

Mas, para se beneficiar do serviço de forma tão completa, é preciso que a manutenção seja feita por uma empresa especializada. Na Espel, você encontra tudo o que precisa para o projeto de elevador de carga industrial e uma manutenção de elevadores de excelência, sempre que necessária.

Quer saber por que fazer a manutenção em elevadores de carga com a Espel? Fale conosco!

É cada vez mais comum que proprietários de imóveis considerem a aquisição de um elevador residencial em sua construção. Isso porque o equipamento traz muitas facilidades para o dia a dia das pessoas, especialmente com o crescente aumento da expectativa de vida e da demanda por conforto entre as mais diversas classes sociais.

Quer saber mais sobre os elevadores residenciais? Continue a leitura!

Acessibilidade para moradores e visitantes se locomoverem entre os andares da casa

Pessoas com mobilidade reduzida têm mais dificuldade para transitar entre os andares dos imóveis. Mesmo pequenos lances de escada representam grandes obstáculos e um elevador residencial facilita a locomoção entre os pavimentos nesse sentido.

O equipamento percorre até 12 metros de uma residência, em uma velocidade de até 0,35m/s. Sua capacidade de transporte é 225kg, ideal para 3 pessoas por viagem. Assim, o elevador residencial traz muito mais praticidade e acessibilidade graças às tecnologias que contém. Para isso, necessário um projeto e após instalação que os proprietários realizem a manutenção de acordo com a recomendação do fabricante.

Valorização do imóvel no mercado

Outro ponto positivo da instalação do elevador residencial, além da acessibilidade e conforto que promove, é a valorização do imóvel. A estimativa é que o equipamento valorize até 20% mais o imóvel no mercado, em comparação a casas de mesmo padrão que não contam com um elevador.

Consequentemente, proprietários que planejam alugar ou vender esse bem fazem um investimento inteligente ao optar pela instalação de elevadores residenciais na construção.

Custo do projeto e instalação de um elevador residencial

O custo de um elevador residencial varia muito de acordo com cada projeto. Isso porque o planejamento é feito de forma personalizada para as necessidades mais específicas da construção do imóvel. Por esse motivo, o ideal é que, ao decidir construir uma casa com elevador, os proprietários da residência entrem em contato com empresas especialistas para fazer um orçamento do equipamento.

Na Espel Elevadores, você solicita seu projeto de elevador residencial e obtém todos os benefícios de curto a longo prazo que o equipamento pode proporcionar, com um excelente custo benefício. Fale com nossa equipe e faça seu orçamento agora!

Investir em um projeto de elevador de alta qualidade é o primeiro passo para melhorar a acessibilidade e o conforto de quem precisa se locomover entre os andares de um edifício – ou mesmo de uma residência. Isso porque é preciso ter uma série de cuidados com o produto, para garantir seu bom funcionamento ao longo dos anos. A manutenção preventiva de elevadores faz parte desses cuidados.

Saiba mais sobre esse serviço, indispensável para todos os tipos de equipamento, no artigo de hoje.

Quando é realizado o serviço?

O objetivo da manutenção preventiva é localizar problemas antes que eles, de fato, apareçam e resultem em verdadeiros transtornos para os usuários do elevador, como uma cara e prolongada manutenção corretiva. O ideal é que a manutenção preventiva ocorra mensalmente, para que uma equipe especializada confira frequentemente os componentes do produto.

Porém, além das manutenções mensais, independentemente do tipo de elevador – elevador de carga, para prédios comerciais ou residências – uma vistoria mais completa deve ser feita anualmente.

Como é feita a manutenção preventiva de elevador?

A manutenção preventiva de elevadores inclui a limpeza, regulagem, lubrificação e ajuste geral do equipamento. São observados, por exemplo, o nível de ruído; estado dos trilhos, cabos de aço, polias, correntes; o fluído hidráulico e etc.

No caso das verificações, também há a análise da casa de máquinas, do estado das peças (o que ajuda a identificar com antecedência os itens que precisam ser substituídos), a sinalização e o uso do elevador pelas pessoas.

Quais os benefícios da manutenção preventiva de elevadores?

Por fim, a importância da manutenção preventiva do elevador reside no fato de que o serviço traz uma série de benefícios para o local onde o equipamento está instalado. Dentre eles, a redução do risco de paradas e acidentes; o menor custo com manutenção corretiva e substituição de peças; e a melhoria na qualidade das viagens – do tempo de espera pelo elevador à suavidade das paradas nos andares e pleno funcionamento dos botões e luzes.

Além disso, vale lembrar que o serviço aumenta a vida útil do elevador, o que é fundamental tanto em prédios comerciais e residenciais, quanto nas indústrias.

Precisa de uma empresa especializada em manutenção preventiva de elevadores para garantir o bom funcionamento dos equipamentos e o máximo conforto para os usuários? Fale com a Espel!